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Obra de drenagem no bairro Dom José Rodrigues entra em fase final para colocar fim aos alagamentos históricos

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Obra de drenagem no bairro Dom José Rodrigues entra em fase final para colocar fim aos alagamentos históricos

A obra de drenagem no bairro Dom José Rodrigues, em Juazeiro, entrou na fase final, oferecendo uma solução definitiva para os alagamentos que há anos prejudicam a comunidade. A intervenção, realizada pela Secretaria de Obras Estruturantes/Soest, reforça o compromisso da Prefeitura em investir em infraestrutura urbana de qualidade, garantindo mais segurança e bem-estar para os moradores.

O projeto prevê a implantação de 1.000 metros de rede de drenagem pluvial, além da construção de poços de visita (PV) e caixas coletoras que receberão as águas da BA-210. Todo o sistema foi planejado para conduzir o volume das chuvas de forma controlada até o leito do Riacho Malhada da Areia, evitando acúmulos nas ruas e reduzindo os transtornos durante os períodos de chuva.

Para o gestor da pasta, Vagner Souza, a obra representa um marco histórico para o bairro.  “Essa é uma intervenção transformadora. O Dom José Rodrigues conviveu por muitos anos com os efeitos negativos das chuvas, e agora estamos entregando uma solução definitiva. É um investimento que traz dignidade, tranquilidade e qualidade de vida para os moradores”, destacou.

O engenheiro responsável, Mário Silva, ressaltou a eficiência técnica do projeto. “Estamos implantando um sistema moderno, com estruturas que ampliam a capacidade de captação e condução das águas pluviais. Isso garante o funcionamento adequado da drenagem e ajuda a preservar o pavimento e as demais estruturas urbanas do bairro”, explicou.

Para os moradores, os resultados já são visíveis. José Carlos dos Santos, que enfrentou os impactos das chuvas por mais de 20 anos, comemorou. “Antes, quando chovia, as ruas alagavam e ninguém conseguia sair de casa. Agora, com essa drenagem, dá para ver que o problema está sendo resolvido de verdade. Esperávamos por isso há muito tempo”, disse.

Texto: Eudes Sampaio – Ascom PMJ

Estudantes da rede municipal de ensino de Juazeiro realizam provas do SAEB

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Estudantes da rede municipal de ensino de Juazeiro realizam provas do SAEB

As escolas da rede municipal de ensino de Juazeiro finalizaram, nesta quarta-feira (29), a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica/SAEB. O exame consiste em uma avaliação de larga escala realizada pelo Ministério da Educação/MEC para diagnosticar a qualidade da educação básica brasileira. Os resultados do SAEB são usados para subsidiar a formulação de políticas públicas educacionais e calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica/IDEB.

Nesta etapa, o SAEB avaliou estudantes do 5º e do 9º ano do Ensino Fundamental. Na Escola Municipal Argemiro José da Cruz, os alunos marcaram presença na realização das provas. “O SAEB foi muito esperado. Passamos um ano de muita expectativa com a preparação dos professores e dos estudantes porque essa prova é muito importante para avaliar como está a aprendizagem dos estudantes. Por isso, envolvemos todas as famílias para garantir em 100% a participação dos alunos”, disse a coordenadora pedagógica, Neci Cruz.

Yasmin Vieira Almeida já fez a sua prova e contou como foi a sua preparação. “Durante o ano nós estudamos muito e fizemos aulões para ajudar a nos preparar. Tudo o que caiu na prova nós estudamos, então, não estava difícil. Foi ótimo!”, relatou a estudante do 5º ano do Ensino Fundamental na Escola Municipal Argemiro José da Cruz.

O SAEB coleta dados sobre o desempenho dos estudantes, através das avaliações de Língua Portuguesa e Matemática, e avalia também o contexto escolar, por meio de questionários aplicados a estudantes, professores e gestores.

Eneida Trindade – Ascom/PMJ

Seculte divulga resultado final e ordem de apresentações do Festival Nacional Edésio Santos da Canção 2025

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Seculte divulga resultado final e ordem de apresentações do Festival Nacional Edésio Santos da Canção 2025

A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes/Seculte, divulgou a lista das músicas selecionadas e a ordem das apresentações da 27ª edição do Festival Nacional Edésio Santos da Canção/FESC. O evento será realizado nos dias 28 e 29 de novembro, no Centro de Cultura João Gilberto, a partir das 19h.

Nesta edição, o festival recebeu inscrições de artistas de diversas partes do país, incluindo representantes dos estados do Ceará e Santa Catarina. Após a análise da comissão julgadora, 20 canções foram escolhidas para concorrer ao prêmio principal.

A programação será dividida em duas noites. No dia 28 de novembro, sobem ao palco as 20 músicas classificadas. Já no dia 29, acontecem as apresentações das dez finalistas, quando também serão conhecidos os vencedores do festival.

Encerrando cada noite, o público poderá prestigiar o Festival A Bossa, evento integrado à programação e que contará com shows de grandes nomes da música nacional, como Lenine, Roberta Sá e Vanessa da Mata. Os campeões do Festival Edésio Santos também se apresentarão no palco do Festival A Bossa, no dia 30 de novembro.

Confira a ordem de apresentações do primeiro dia do Festival Edésio Santos:

1. Casaca de Couro – Paulo Soares e Renato Augusto | Intérprete: Paulo Soares
2. Eleonor – Mario de Oliveira Sobel e Noel Tavares | Intérprete: Arthur Philipe
3. A Natureza Chora – Diego Luan Bonfim | Intérprete: Emerson Félix
4. Armo-me de Livros – Pablo Gregório Marinho Patriota Passos | Intérprete: Greg Marinho
5. Cadê o Meu Angari – Marcílio Cordeiro de Marins | Intérprete: Deyse Gois
6. Eu Não Me Acostumei – Gilmara Lima Alves da Silva | Intérprete: Ana Rizia de Carvalho Lima Azevedo
7. A Roda do Tempo – Eugênio Cruz | Intérprete: Ivan Greg
8. O Segredo da Estrada – Guilliard da Silva Pereira | Intérprete: Guilliard Pereira
9. Ciência da Abelha – José Melquiades da Paixão Araújo Júnior | Intérpretes: Joana Sousa e Zé Martins
10. Psicosfera – Antônio Silva de Oliveira | Intérprete: Antônio Silva de Oliveira
11. Enquanto Me Deixarem Cantar – Keréto | Intérprete: Keréto
12. Onde Você se Esconde – Luana Alcântara Siqueira | Intérprete: Luana Alcântara
13. As Luzes Vêm do Céu – José Augusto | Intérprete: Guto
14. Trem das Almas – Roberto Maestrini e Wênia Trindade | Intérprete: Wênia Trindade
15. Dois em Um – Heliandro Silveira Batista | Intérprete: Márlica
16. A Pergunta que Não Quer Calar – Bruno Kohl | Intérprete: Bruno Kohl
17. Flores e Canção – Joyce Silva Guirra dos Santos | Intérprete: Joyce Guirra
18. Rara – Jilcleison Nascimento da Silva | Intérprete: Jil Nascimento
19. Boêmio – José Carlos Santos de Lima e Carlo Brasil | Intérprete: Carlos Lima
20. Vim Mimbora – Lais Freire Bezerril Soares | Intérprete: Lais Freire

Texto: Layla Shasta – Ascom PMJ

Juá Literária: Encerramento do Espaço Flijuá celebra a força da literatura e da poesia

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Juá Literária: Encerramento do Espaço Flijuá celebra a força da literatura e da poesia

“Literatura e poesia são liberdade”, a fala do escritor Xico Sá ecoou pelo Espaço Flijuá – Tenda das palavras, neste sábado (25), no Festival Juá Literária. A frase foi proferida durante a mesa “Palavras, Poesias e Pensamentos”, em que dividiu o palco com os escritores Cida Pedrosa e Sidney Rocha.

O último dia do festival na Tenda das Palavras foi marcado por importantes reflexões sobre a palavra escrita e também sobre a história de Juazeiro. O dia começou com Odomaria Bandeira, Coelhão Assis e Josemar Pinzoh, na mesa “O Rio da Nossa História”, que discutiu um pouco da história de Juazeiro e a sua relação com o Rio São Francisco.

“Falar do rio da nossa história é contar a nossa história do rio. Uma história que é também de nós como pessoas, como um rio que vai correndo, se acumulando na sequência dos anos, do tempo, seguindo o seu curso, sua formação, seus sentimentos, seus significados e trazer um pouco dessa relação nossa, diretamente com o rio, como esse rio se transformou diante de nós, ao longo do tempo”, refletiu Odomaria Bandeira.

Em seguida, subiram ao palco Fabiano Piúba, Maria Marighella e Felipe Oliveira, em um bate-papo abordou as políticas culturais voltadas para a leitura e o livro. “De certa forma, o Juá Literária traduz os quatro eixos do Plano Nacional de Leitura: democratização do acesso, promoção da leitura, valorização do livro e da leitura no imaginário social brasileiro, e o desenvolvimento da economia do livro”, frisou o secretário de formação artística e cultural do livro e leitura do Ministério da Cultura, Fabiano Piúba, avaliando a inserção do festival.

A programação ainda incluiu uma intervenção poética de Chiara Ramos, performance de Rimas InC, lançamentos de livros no Cais da Palavra e a mesa “O reverbo de Outras Vozes”, com Camila Yasmine, Luiza Brito, Fatel e PC Silva e. O encerramento das atividades culturais no Espaço Flijuá ficou por conta da apresentação de PC Silva e Luiza Brito.

Juá Literária

O Festival é realizado pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Educação/Seduc, como uma culminância do programa Juá Literária. A iniciativa engloba uma série de ações de educação, cultura e arte, para a formação de estudantes cada vez mais leitores, integrando família, sociedade e escola em uma viagem ao mundo transformador da leitura.

Com a curadoria de Maviael Melo, o Festival ainda conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Editora IMEPH e Andelivros. A produção é assinada pela Carranca Produções e pela Entre Versos e Canções Produções Artísticas.


Texto: Eneida Trindade – Ascom/PMJ

Juá Literária movimenta R$ 7 milhões em livros e aquece economia local com aumento de até 90% nas vendas

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Juá Literária movimenta R$ 7 milhões em livros e aquece economia local com aumento de até 90% nas vendas

A primeira edição da Juá Literária entrou para a história do Vale do São Francisco como um dos maiores festivais de literatura do Nordeste. Em quatro dias de programação, o evento reuniu 80 atrações e promoveu a venda de cerca de R$ 7 milhões em livros adquiridos dentro da Flijua, feira literária que integrou a programação. O resultado reflete o alcance do projeto como um forte estímulo à leitura e à formação de novos leitores, impactando as mais de 80 mil pessoas que circularam pelos espaços do festival.

Além dos lucros para a educação, o evento trouxe benesses para os mais diversos setores econômicos. Na Vila Bossa Nova, restaurantes registraram aumento médio de 30% nas vendas. Já na praça de alimentação da Orla, formada por food trucks, o crescimento chegou a 90%, segundo empreendedores. “Foi bom demais! Além de ser educativo, atraiu muitos clientes. Em seis anos que moro em Juazeiro, nunca havia visto um evento assim”, afirmou o comerciante Rodolfo Caldas.

A Feira Solidária, que reuniu pequenos produtores e artesãos no festival, também registrou bons resultados. Foram contabilizadas, em média, R$750,00 em vendas diárias de alimentos e R$400,00 de artesanato, roupas e acessórios. Além disso, o setor hoteleiro também registrou uma movimentação alta.

“Muitas pessoas vieram como integrantes da feira, além de artistas e visitantes de cidades vizinhas, que encontraram no evento uma opção de entretenimento e educação”, destacou Maraiza Carvalho, presidente do Sindicato Patronal dos Meios de Hospedagem de Juazeiro/Sindhaj.

Para o economista Fernando Holanda, docente da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina/FACAPE, o festival é um exemplo do potencial da economia criativa. “Este é um evento que, naturalmente, movimenta milhões em todos os elos da cadeia produtiva”, avaliou. A expectativa é de que iniciativas deste porte retornem aos municípios realizadores, ao menos, o dobro do investimento, além do valor imensurável ligado à leitura, cultura e educação.

O impacto, de fato, não é só econômico. A Juá Literária reforçou o protagonismo de autores locais, com mais de 40 livros lançados, sendo 30 de escritores de Juazeiro. A programação também contou com apresentações musicais, como o show de Arnaldo Antunes, que destacou a importância da literatura em tempos digitais.

“Eu amei o show! O público daqui é muito amoroso e vibrante”, celebrou o cantor, reservando um carinho especial ao formato do evento. “É algo que tem que ser prestigiado e alimentado. A gente vive em tempos digitais, de luta pela expressão e circulação de muita informação, e a literatura é um veículo de reflexão e formação das pessoas como indivíduos melhores na sociedade.”

O público compartilhou o entusiasmo. “Acredito no poder da leitura e das palavras, por isso faço questão de estar em eventos desse tipo. É um momento muito rico. E hoje também estive aqui para ver Arnaldo Antunes, trazendo a minha irmã, que é muito fã. Poder prestigiá-lo às margens do Rio São Francisco é uma oportunidade única”, disse o psicólogo Leonardo Victor.

O prefeito Andrei Gonçalves reforçou o papel do movimento da Juá Literária como um investimento no desenvolvimento local. “Este projeto vai além do festival: é um movimento de incentivo à leitura e à educação, com ações nas escolas e fortalecimento da cultura local. E é assim que queremos transformar Juazeiro, com educação, cultura e mais!”, afirmou.

Ascom PMJ – Layla Shasta

Juazeiro se despede do Juá Literária celebrando a cultura e a diversidade artística

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Juazeiro se despede do Juá Literária celebrando a cultura e a diversidade artística

Ao final de 4 dias do maior, melhor e mais intenso festival de cultura, arte e literatura integradas do Nordeste, Juazeiro da Bahia se despediu da Juá Literária, na noite deste sábado (25), com show de Arnaldo Antunes e o balanço positivo de público, programação e comercialização de livros.

A Prefeitura do município estima que foram comercializados mais de R$ 6 milhões
em livros nos 31 estandes de 600 editoras e cerca de 80 mil pessoas circularam pela cidade, conferindo 80 atrações em shows musicais, mesas redondas, lançamentos de livros, contação de histórias, apresentações teatrais, a Kombi do Zé Livrório, Cineteatro Busarte, Carreta Literária e oficinas.

No final da tarde do último dia, o prefeito  Andrei Gonçalves liderou um cortejo literário às margens do Rio São Francisco,
distribuindo entre o público infantil mais de 400 livros.”Já avaliado como o maior evento do gênero em toda a região Nordeste, nossa preocupação agora é fazer, no ano que vem, um encontro maior ainda. Esse é o nosso compromisso em nome da história de Juazeiro que construímos juntos”, ressaltou.

Pontuado por momentos poéticos musicais memoráveis, a exemplo dos encontros entre  Xangai, Maciel Melo e Jessier Quirino; Quinteto Sanfônico do Brasil e Mariana Aydar e Xico Sá, Cida Pedrosa e Sidney Rocha, o festival, segundo a presidenta da Fundação Nacional das Artes (Funarte), Maria Marighella, já nasce grande.

“Estou absolutamente encantada com o que eu estou vendo e fico muito feliz com a Bahia protagonizando a cultura como algo que nos confere identidade e singularidade”,
revelou durante a participação de uma mesa sobre agenda, diversidade e políticas culturais.

Maria Marighella acrescentou ainda que a Juá Literária traduz os quatro eixos do Plano Nacional da Leitura, com a democratização do acesso, promoção da leitura, valorização do livro  e da literatura e desenvolvimento da economia do livro.
“Que a cultura seja sempre o caminho nosso, aqui e no mundo”, concluiu.

Além da promoção da Prefeitura de Juazeiro, o evento teve o apoio do Governo do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Editora IMEPH e Andelivros. A produção foi assinada pela Carranca Produções e pela Entre Versos e Canções Produções Artísticas, com a curadoria do poeta e cantador Maviael Melo.

Ascom PMJ

Programa ‘Juazeiro Limpa’ garante cuidado e organização durante o Juá Literária

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Programa ‘Juazeiro Limpa’ garante cuidado e organização durante o Juá Literária

Durante os quatro dias do Festival Juá Literária – Um Rio de Letras, o Programa Juazeiro Limpa atuou de forma intensa para garantir que os mais de 30 mil metros quadrados do evento permanecessem limpos, organizados e ambientalmente responsáveis. A ação contou com o trabalho conjunto das equipes da Secretaria de Serviços Públicos (SESP) e do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), que realizaram limpeza, coleta e implantação de estruturas de descarte em toda a área do festival.

Com a presença de 31 livrarias e cerca de 80 artistas e escritores, a organização deu atenção especial ao cuidado com o meio ambiente e à experiência do público. Em toda a extensão do evento, lixeiras foram distribuídas estrategicamente para incentivar o descarte correto dos resíduos e garantir um espaço sempre agradável para o público.

O participante Rafael Souza destacou a importância da ação. “A gente percebe que existe uma preocupação com a limpeza. Caminhar por um evento desse porte e ver tudo organizado faz diferença na experiência de quem vem prestigiar.”

Já a visitante Maria Clara Santos reforçou o papel da população no processo. “As lixeiras estão por toda parte, então não tem desculpa para jogar lixo no chão. A prefeitura faz a parte dela, e o público também precisa fazer a sua.”

Além do trabalho diário de limpeza realizado pela SESP, o SAAE reforçou o espaço do Juá Literária com a instalação de duas lixeiras de grande capacidade, desenvolvidas especialmente para locais com grande circulação de pessoas. As lixeiras permitem o descarte tanto por abertura superior, para pequenos resíduos, quanto pelo levantamento da tampa, ideal para sacolas e materiais maiores. Confeccionadas pelo próprio SAAE, os equipamentos foram produzidos por um servidor especializado em solda, que desenvolveu todo o projeto e a construção das estruturas, permitindo que elas suportem um maior volume de resíduos e contribuam para a manutenção eficaz da limpeza durante eventos dessa dimensão.

Texto: Eudes Sampaio – Ascom/PMJ

No último dia da Juá Literária, Praça dos Poetas encerra programação com encanto, música e imaginação infantil

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No último dia da Juá Literária, Praça dos Poetas encerra programação com encanto, música e imaginação infantil

O último dia da Praça dos Poetas – Espaço Manuca Almeida, dentro do Festival Juá Literária – Um Rio de Letras, foi marcado pela ludicidade, pelo afeto e pela celebração da literatura para o público infantil. A programação deste sábado (25) contou com a apresentação especial de Sálua Chequer e Igor Reis, o carismático Zé Livrório, e a participação da pedagoga Kalypsa Brito, encerrando o espaço com poesia, música, reflexão e muita interação com as crianças.

Toalha Tem História: parlendas, rimas e imaginação

A programação ganhou ritmo logo de início com o espetáculo “Toalha Tem História”, apresentado por Sálua Chequer e Igor Reis, que vieram de Salvador (BA) exclusivamente para o Juá Literária. A dupla trouxe parlendas, trava-línguas, brincadeiras rimadas e canções que fizeram as crianças participarem do começo ao fim.

“A gente brinca com a criançada de rimar, cantar histórias e trava-língua. Isso envolve, diverte e forma. É uma satisfação enorme participar dessa feira, que entende a importância da infância e do futuro dos leitores. Viemos exclusivamente para o Juá Literária, passando por Juremal e Carnaíba do Sertão, e agora fechamos esse ciclo aqui em Juazeiro com muita alegria”, destacaram os artistas.

Zé Livrório e o encanto da palavra

O espaço também recebeu estudantes de escolas municipais, que mergulharam em histórias, cantorias e momentos especiais de aproximação com o universo literário ao lado de Zé Livrório. Entre eles estava Luane da Silva Nunes, da Escola Municipal Mandacaru, no bairro Jardim Primavera. Sorrindo e empolgada, ela resumiu a experiência. “Eu achei bem legal porque reviveu músicas antigas, e elas são muito legais também. Tinha a do Saci, que eu adorei. Eu amei o evento e comprei livros, alguns de atividade e outros de pintar.”

Kalypsa Brito: literatura afro, identidade e pertencimento

Encerrando as apresentações do dia, a pedagoga Kalypsa Brito trouxe reflexões sensíveis sobre literatura afro para crianças, destacando o papel da arte na reconstrução de narrativas, no fortalecimento das identidades e na valorização das histórias do território. Sua fala reforçou a importância da representatividade no imaginário infantil, formando leitores conscientes de suas raízes e memórias.

Neste último dia, a Praça dos Poetas reafirmou seu papel no festival: ser o espaço da palavra que acolhe, brinca, emociona e educa. Sob o legado de Manuca Almeida, a programação voltada para crianças e jovens mostrou que formar leitores é também formar identidade, memória e futuro.

Texto: Eudes Sampaio – Ascom/PMJ

Juá Literária: último dia de programação apresenta leitura, canções e envolvimento do público na Carreta Literária

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Juá Literária: último dia de programação apresenta leitura, canções e envolvimento do público na Carreta Literária

Juazeiro se despede da programação do Festival Juá Literária neste sábado (25), envolta por um abraço coletivo de arte, poesia e afeto. A cidade respirou literatura em cada esquina e em cada palco que se deixava levar pelas histórias, canções e apresentações da maior feira literária do Nordeste. Estacionada como um farol de imaginação, a Carreta Literária, parte do evento, se tornou um verdadeiro mundo de encantamento com mais de mil visitantes por dia. 

A biblioteca itinerante que, em parceria com a Prefeitura de Juazeiro e a Editora IMEPH, transformou o espaço público em uma celebração viva da leitura. Durante quatro dias de programação intensa, cerca de 4 mil visitantes participaram das atividades, embarcando em histórias que falavam de pertencimento, identidade e sonhos. 

Autores como Manuel Cavalcante, Bia Marinho, Alana Andrade, Thami Cavalcanti e Lenice Gomes guiaram essas jornadas literárias, conduzindo crianças como a estudante Radassa, de 10 anos, a um mergulho profundo nas palavras e no poder transformador da arte e da conscientização. “Eu cheguei aqui e me chamaram para ler o livro “A Lei da Maria da Penha em Cordel, ao lado do autor Tião Simpatia. Eu subi lá para ler e foi muito bom. Esse é um livro que fala sobre a força das mulheres e foi muito emocionante, muito legal”, comentou Radassa. 

A programação do último dia também trouxe muita música na Carreta Literária com o Rap nordestino da P1 Rappers. Euri Mania e DJ Werson agitaram o público com canções das ruas e das raízes, integrando o espaço multidiverso da Carreta Literária. 

Euri também falou sobre a contribuição no trabalho cenográfico realizado no evento. O multiartista explicou que cada detalhe foi pensado para dialogar com as cores da marca Juá Literária e, ao mesmo tempo, expressar o toque humano de quem constrói a beleza com as próprias mãos.

“A ideia era trazer uma cenografia colorida que dialogasse com a marca, com as cores do evento e uma cenografia que abraçasse. Nos espaços que a gente fez a cenografia, conseguimos trazer um pouco dessa arte através da poesia, com os desenhos e fizemos uma arte palpável, concreta também. Isso é muito importante”, explicou o multiartista.

Texto: Diana Silva/Ascom PMJ

“A leitura nos permite viajar”: Carreta Literária leva magia e conhecimento ao Juá Literária 2025

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“A leitura nos permite viajar”: Carreta Literária leva magia e conhecimento ao Juá Literária 2025

Um verdadeiro palco sobre rodas, a Carreta Literária tem encantado o público do Festival Juá Literária 2025, unindo literatura, música, teatro e cultura popular em um só espaço itinerante. A proposta é levar conhecimento e valorizar escritores nordestinos, criando momentos únicos de interação entre autores e leitores.

A escritora Mayana Neiva emocionou as crianças ao narrar a história de Sofia, uma menina curiosa e sonhadora que “engole o sol” e, a partir disso, descobre a própria luz interior. “Fiquei emocionada em olhar nos olhos das crianças e vê-las encantadas com a história de Sofia. Estou feliz em participar do Juá Literária e poder compartilhar essa história”, disse a autora.

O Rio São Francisco, símbolo do sertão nordestino, também ganhou destaque na narrativa de Willian Fernandes, com o livro A Turma do Contador de Histórias: Lendas do Velho Chico. Enquanto o autor narrava, personagens como Juazeirinho, Lina, Chiquinho e Lore interagiam com o público, proporcionando uma imersão completa na história.

A estudante Maria Amanda Ferreira, da Escola Municipal 25 de Julho, resumiu bem a experiência: “A leitura nos permite viajar! Sofia engoliu o sol e a gente engole a leitura.”

Autores como Manuel Cavalcante, Bia Marinho, Alana Andrade, Thami Cavalcanti e Lenice Gomes também fizeram parte dessa jornada literária, conduzindo os estudantes da rede municipal a uma verdadeira viagem pelo mundo da imaginação.

O Festival Juá Literária segue com programação gratuita para públicos de todas as idades, reafirmando que a leitura é uma das mais bonitas formas de viajar.

Texto: Marcio Reges – Ascom/PMJ